Sindipetro-PA/AM/MA/AP
  • Sem sinalização de que a direção da Petrobras vai manter os direitos do ACT atual, a categoria precisará mostrar sua capacidade de luta. As assembleias nas bases da FNP serão realizadas entre 14 e 22/11 com objetivo de deliberar sobre a proposta de ACT e a aprovação de greve por tempo indeterminado a partir de 29/11, caso não seja prorrogado o acordo atual nem seja apresentada nova proposta. Também será discutida uma contraproposta da FNP em relação aos ítens apresentados pela empresa.
    Diante do início da vigência da Reforma Trabalhista, e a ameaça de privatização da Petrobras e ataques à Previdência, somente nossa união e a participação de todos/as nos movimentos aprovados nas assembleias poderá garantir um Acordo Coletivo sem perda de direitos.
    Juntos somos fortes!

  • A última “reunião de negociação” do ACT entre a empresa e os representantes da categoria mostrou que a gestão Temer/Parente segue atentando contra nossos direitos. Em 10/11 foi apresentada nova “proposta”, sem responder à pauta da categoria – apenas o retorno de benefícios conquistados anteriormente. O adicional do Auxílio Amazonas voltou ao texto, assim como o Programa Jovem Universitário.
    Deste modo, o conjunto do ACT apresentado pela direção da Petrobras continua extremamente rebaixado. Diminuição do pagamento de horas extras e feriados trabalhados, aumento na AMS, migração obrigatória de auxílio almoço para cartão e sem contar para 13º e férias, extinção da promoção automática a sênior para nível médio, apenas para citar alguns exemplos de itens inaceitáveis colocados pela empresa.
    A divulgação da proposta na intranet já recebeu 92% de rejeição dos leitores, demostrando o nível de revolta da categoria. Agora é encher as assembleias para rejeitar o texto e aprovar a greve.

  • Em 6 de novembro aconteceu a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) sobre o Plano de Equacionamento do Plano Petros do Sistema Petrobrás (PPSP).
    O grupo tem o objetivo de desenvolver estudos complementares para redução do impacto do equacionamento e foi constituído pela Petrobrás a partir de reivindicação das entidades representativas de participantes e assistidos da Fundação nas negociações do ACT 2017.
    A primeira reunião organizou o cronograma de funcionamento do GT, que terá dois encontros semanais durante seis semanas.
    A categoria será representada pela FNP, FUP e Federação dos Marítimos. A patrocinadora participa com representantes da Petrobrás e da Petros.
    Foi consenso entre os membros do GT que seja feito um documento técnico para ser protocolado na Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) solicitando a prorrogação do prazo para implantação do equacionamento por mais 90 dias.
    No primeiro encontro de trabalho, em 14/11, a Petrobrás e a Petros vão expor os motivos que as levaram a escolher o modelo de equacionamento proposto.

  • Em diversos locais de trabalho pelo país trabalhadores/as realizaram atividades do Dia Nacional de Lutas, realizado na última sexta-feira (10), contra as reformas que atacam direitos. No terminal de Belém (PA) da Transpetro foi realizada uma setorial na entrada do expediente.
    Infelizmente as centrais sindicais pelegas (CUT, Força Sindical, CTB, entre outras) puxaram o freio de mão e não colocaram todo seu peso a serviço da mobilização das bases que dirigem.
    O governo planeja votar a Reforma da Previdência ainda este ano. Para derrotá-la, será preciso somar todos os esforços e consolidar a unidade em torno da construção de uma nova Greve Geral no país conforme propõe a CSP-Conlutas.

  • Em mais um episódio de desrespeito com a categoria, a gerência de RH convidou os sindicatos e federações para nova “rodada de negociação”, em 3/11, sem indicar apresentação de nova proposta para o ACT 2017-2018.
    Os representantes do Sindipetro PA/AM/MA/AP e da FNP irão à reunião de sexta-feira cobrar algo concreto para ser levado às bases para deliberação. Estamos dispostos a negociar um ACT justo, sem perda de direitos e com os avanços necessários para a categoria (AMS, Benefício Farmácia, Petros, etc.).
    A direção da empresa está nitidamente jogando a definição do acordo para o início da vigência da Reforma Trabalhista (10/11). De nossa parte, é preciso estarmos prontos para construir uma greve nacional da categoria que arranque uma proposta à altura dos empregados que constroem o Sistema Petrobras.
    Nosso primeiro passo será a participação no Dia Nacional de Lutas, em 10 de novembro. A data marca mais uma etapa de mobilização dos trabalhadores, desempregados e dos setores populares em defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários e contra os ataques dos governos.

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